França aprova proibição de publicidade para ultra fast fashion
A publicidade para plataformas de fast fashion como Shein, Temu e Aliexpress deve acabar em breve na França. O Senado, como segunda câmara parlamentar, votou a favor de uma lei correspondente que visa frear o ultra fast fashion. Concretamente, a lei prevê a proibição de publicidade a partir da virada do ano. Influenciadores também não poderão mais fazer publicidade, sob pena de multa.
Embora a intenção original fosse abranger toda a indústria de fast fashion, as medidas agora se voltam especificamente contra as "plataformas ultra expressas", conforme consta na proposta de lei. Isso se refere a empresas que lançam um número particularmente grande de produtos a preços tão baixos que os consumidores quase não têm incentivo para reparar itens desgastados. Marcas francesas e europeias provavelmente não são mais o alvo, mas sim as gigantes Shein, Temu e Aliexpress. No entanto, uma definição exata para os critérios mencionados ainda está pendente.
A França também quer obrigar as plataformas a fazer uma contribuição ambiental financeira crescente por produto, com base em padrões ambientais. Os sites também deverão incentivar, com mensagens, o reparo, a reutilização e a moderação nas compras.
Na França, em 2024, mais de 885.000 toneladas de roupas, roupa de cama e banho e calçados foram lançadas no mercado. Segundo um texto do Senado, a quantidade de roupas oferecidas aumentou consideravelmente nos últimos anos. Os produtos de fast fashion são vendidos a preços baixos e frequentemente são feitos de materiais que não duram muito.
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- A França planeja proibir a publicidade de plataformas de ultra fast fashion como Shein, Temu e Aliexpress a partir do próximo ano, incluindo influenciadores, para combater o consumo excessivo.
- A nova lei visa especificamente empresas que lançam um grande volume de produtos a preços muito baixos, desencorajando o reparo e a reutilização, com foco nas gigantes asiáticas.
- Além da proibição de publicidade, a França exigirá contribuições ambientais financeiras crescentes por produto e mensagens nos sites para promover o reparo, a reutilização e a moderação nas compras.
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