Hermès é penalizada no primeiro trimestre pela guerra no Oriente Médio e pelas taxas de câmbio
O grupo francês de luxo Hermès publicou na quarta-feira vendas com queda de 1,4 por cento em um ano, de 4,1 bilhões de euros no primeiro trimestre, penalizadas pelas taxas de câmbio e pela guerra no Oriente Médio.
A taxas de câmbio constantes, o faturamento da fabricante de selas e artigos de couro cresce 6 por cento, com o efeito desfavorável do câmbio representando 290 milhões de euros. "Em um contexto geopolítico tenso, a maison Hermès mantém seu rumo", declara o administrador do grupo, Axel Dumas, citado no comunicado. A atividade nas lojas do grupo, com um crescimento de 7 por cento, "perdeu quase 1,5 ponto percentual de crescimento devido aos eventos no Oriente Médio", esclareceu aos jornalistas o diretor financeiro, Éric du Halgouët.
"Tivemos um crescimento muito bom de dois dígitos em janeiro e fevereiro, o mês de março marcou uma parada brusca, já que nossa atividade registrou um recuo de 40 por cento", "principalmente nos Emirados Árabes Unidos", detalhou ele, especificando que o grupo opera seis lojas nessa área que representam "4 por cento das vendas do grupo".
As vendas no Reino Unido, na Itália e na Suíça também sofreram com essa guerra, pois a Hermès tem uma "proporção significativa de clientes do Oriente Médio", segundo o diretor financeiro.
As vendas na França, com queda de 2,8 por cento para 347 milhões de euros, são penalizadas pela "desaceleração dos fluxos turísticos, especialmente em março", segundo o comunicado.
Para as outras regiões, as vendas na América, no Japão e na Europa, exceto a França, "registram um bom progresso", "apesar da desaceleração dos fluxos turísticos relacionada aos eventos ocorridos no Oriente Médio".
A região das Américas "registra um primeiro trimestre excepcional, com um crescimento equilibrado em todos os setores, tanto nos Estados Unidos, quanto no Canadá e na América do Sul", com um faturamento em alta de 6,4 por cento, de 739 milhões de euros.
O faturamento no Japão, com queda de 3,9 por cento (mas com alta de 9,6 por cento a taxas de câmbio constantes), atinge 404 milhões de euros graças à clientela local.
Na Europa, exceto a França, o faturamento registra alta de 7,6 por cento, para 538 milhões de euros, impulsionado também pela demanda local. O faturamento na Ásia, exceto o Japão, cai 4,6 por cento (mas aumenta 2,2 por cento, desconsiderando o efeito do câmbio), para 1,88 bilhão de euros, com a Grande China (que inclui Hong Kong, Taiwan, Macau e a China continental) que "mantém um leve crescimento".
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