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Made in France: o Plano revela suas soluções para a fast-fashion

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Loja da Zara no centro comercial Les Quatre Temps (Puteaux, na França) Créditos: ERIC BERACASSAT / HANS LUCAS / HANS LUCAS VIA AFP
By AFP

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Clément Beaune revelou na quarta-feira as diretrizes de um estudo sobre a fast-fashion do Alto Comissariado para a Estratégia e o Planejamento, que ele dirige, defendendo o uso de roupas fabricadas na França, a reciclagem e impostos elevados para combater a chegada massiva desses produtos.

Antes da publicação, na sexta-feira, desta nota intitulada "Fast-fashion: uma solução ilusória para o problema do poder de compra", Beaune explicou que, no final das contas, é "mais barato comprar de forma sustentável".

"Se você usar seu jeans made in France, durável, produzido em boas condições, todos os dias durante um ano, ele (permanece) em bom estado, enquanto aquele comprado em uma grande plataforma é destruído", observou ele. "Vimos que um vestido é usado em média quatro vezes menos (tempo) quando é comprado na ultra fast-fashion, um casaco oito vezes menos, um jeans sete vezes menos", enumerou ele, convidando a considerar o "custo por uso" da peça, em vez do seu custo de compra.

Evitar a desindustrialização

Ele também considerou que era preciso "incentivar o setor de segunda mão e de reparos", sugerindo um IVA (Imposto sobre Valor Agregado) reduzido para essas atividades. Além disso, Beaune defendeu "um imposto massivo" na entrada desses produtos na União Europeia, "para frear a onda dessas plataformas: não podemos reviver o que vivemos há 25 anos na França e em toda a Europa com a desindustrialização, um termo elegante para dizer que fechamos fábricas por toda parte".

Para ele, "ainda há tempo para salvar marcas e empregos". Ele reconheceu que "às vezes haverá um debate com o poder de compra". Mas "nosso trabalho também é pensar a longo prazo", argumentou ele. O estudo também propõe a criação de um "ecocheque", em um modelo já praticado na Bélgica para incentivar a compra de produtos e serviços de natureza ecológica.

"É como os vales-férias, de certa forma, as empresas, de forma voluntária, poderiam pagar um complemento de renda na forma de um cheque para comprar roupas sustentáveis, produzidas na França ou na Europa, sem encargos e sem contribuições" para o empregador, explicou o Alto Comissário.

Este artigo foi traduzido para português com o auxílio de uma ferramenta de IA.

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