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Mega Polo lança projeto phygital

O Mega Polo, um dos maiores polos de moda e comercio do Brasil anuncia o lançamento de um projeto inédito que posiciona o shopping como o primeiro centro de compras de moda do país a sediar uma estratégia phygital completa, unindo espaço físico, digital, conteúdo, educação e vendas em um único ecossistema integrado.

A iniciativa nasceu da parceria com a Vitrines do Brasil, de conteúdo digital para confecções e UOL Host, empresa brasileira de tecnologia, conteúdo e serviços digitais, integrando plataformas como TikTok Shop e grandes marketplaces. A proposta é transformar o Mega Polo em um hub nacional de inovação para o setor de confecção, conectando shoppings, polos regionais, marcas, lojistas, afiliados, influenciadores e compradores em uma plataforma escalável. Mais do que um centro de compras, o Mega Polo passa a operar como uma estrutura de negócios, distribuição e capacitação digital.

No ambiente físico, o projeto cria novos formatos de presença comercial com investimento mais acessível. Marcas de diferentes regiões poderão manter amostras e coleções no Mega Polo, além de utilizarem araras interativas conectadas ao digital e participarem do shopping virtual integrado. Isso democratiza o acesso ao Brás e amplia a visibilidade nacional de outros polos de moda do país. Isso permitirá que marcas sem loja física tradicional no polo passem a vender para compradores nacionais por meio de lives, afiliados e marketplaces integrados ao ecossistema do UOL.

O espaço que abrigará o projeto Mega Polo Phygital foi inaugurado no início de março, contando com uma estrutura de seis cabines, provador, araras, iluminação, entre outros mobiliários para atender todas as necessidades das marcas e afiliados, para que façam lives de qualidade. O Mega Polo será o único shopping do Brasil a ter lives com duração de 24 horas todo dia 24 de cada mês.

FashionUnited entrevistou o diretor de marketing do Mega Polo, Antonio Almeida, que explicou como o projeto impacta na prática.

Há espaços físicos para os polos regionais dentro do Mega Polo?

Sim. O projeto prevê a presença de polos regionais dentro do ecossistema do Mega Polo por meio de um modelo phygital, que une exposição física, produção de conteúdo e vendas digitais.

Na prática, polos produtores como Santa Cruz do Capibaribe (PE), Toritama (PE), Goiânia (GO), Monte Sião (MG) e Fortaleza (CE), entre outros, poderão apresentar suas marcas dentro do empreendimento por meio de araras de coleção, amostras físicas e ativações comerciais, funcionando como vitrines representativas das marcas.

Esses espaços não funcionam necessariamente como lojas tradicionais completas, mas como pontos estratégicos de exposição e conexão de negócios, onde compradores podem conhecer as coleções, avaliar qualidade, modelagem, preço e proposta de produto.

A partir dessa experiência física, as vendas podem ser desenvolvidas de forma integrada, tanto no presencial quanto pelos canais digitais, como WhatsApp, social commerce, lives e marketplaces.

O Vitrines do Brasil, além de sua atuação em curadoria, conteúdo e conexão entre marcas e compradores, também é agência credenciada TikTok Shop, o que fortalece o projeto ao conectar a operação física com estratégias de venda digital, afiliados, creators e live commerce.

Os posts e conteúdos produzidos nos polos também entram no projeto, mesmo fora do Mega Polo?

Sim. O projeto foi desenhado justamente para integrar a produção de conteúdo feita dentro e fora do Mega Polo, criando uma rede nacional de visibilidade, relacionamento e vendas.

Isso significa que marcas dos polos produtores poderão participar do ecossistema enviando conteúdos produzidos diretamente em suas cidades, como: vídeos de TikTok; lançamentos de coleção; bastidores de fábrica; demonstrações de produto; conteúdos de moda e tendência; materiais feitos com creators e afiliados locais.

Esses conteúdos passam a dialogar com tudo o que é produzido dentro do Live Center do Mega Polo, ampliando a exposição das marcas e fortalecendo o alcance digital do projeto.

Com isso, o ecossistema deixa de ser apenas um espaço físico e passa a funcionar como uma plataforma nacional de conteúdo e vendas, conectando polos produtores, lojistas, afiliados, creators e compradores.

A presença do Vitrines do Brasil como agência credenciada TikTok Shop é especialmente importante nesse ponto, porque permite transformar conteúdo em operação comercial real, com foco em performance, afiliados e conversão.

Já a parceria com a UOL/Godoy entra como a camada de tecnologia e estrutura digital que sustenta a operação, ajudando a conectar o físico ao digital de forma escalável.

Cabine para lives das marcas Creditos: Mega Polo

Como funciona o intercâmbio entre os polos?

O intercâmbio entre polos é um dos pilares mais importantes do projeto. O Brás, onde está o Mega Polo, já é hoje um dos maiores centros atacadistas de moda do Brasil e recebe compradores de todo o país. A lógica do projeto é aproveitar essa força natural de fluxo comercial para aproximar, dentro do mesmo ecossistema, marcas de diferentes regiões produtoras.

Na prática, esse intercâmbio acontece quando polos como os já citados acima passam a ter presença estratégica dentro do Mega Polo, seja com araras de coleção, ativações, lives, conteúdo, ações com afiliados ou eventos comerciais.

Isso facilita o acesso dos lojistas e compradores às marcas desses polos sem que eles precisem necessariamente viajar para cada região produtora. Ao mesmo tempo, cria-se uma ponte para que essas marcas ganhem visibilidade nacional dentro do principal hub atacadista do país.

Além disso, o intercâmbio não é apenas físico. Ele também acontece por meio de lives de apresentação de polos e marcas; produção de conteúdo; campanhas com afiliados; integração com TikTok Shop; ações com creators; conexão com marketplaces e canais digitais. Ou seja, o Mega Polo passa a funcionar como uma grande vitrine conectada do Brasil da moda.

Outro ponto importante é que, no segundo semestre, a proposta é avançar também para a criação de estruturas voltadas a afiliados em outros shoppings e polos do Brasil, ampliando esse ecossistema e criando novas pontes comerciais entre regiões.

E em termos de venda, qual é a expectativa real de impacto?

Ainda estamos falando de um projeto em implantação e expansão, então o mais correto é trabalhar com expectativa responsável.

O que já podemos afirmar é que o modelo foi desenhado para gerar ganho em quatro frentes principais: mais visibilidade para as marcas com presença física no Brás, lives, afiliados, creators e conteúdo recorrente; mais canais de venda (não depende apenas do atacado tradicional pois a marca passa a ter também apoio em social commerce, TikTok Shop, WhatsApp e outras integrações digitais); mais facilidade de acesso para compradores e afiliados (o comprador encontra várias regiões produtoras em um único hub e os afiliados passam a ter acesso mais fácil às peças, às marcas e à geração de conteúdo) e mais escalabilidade para o negócio.

Em relação a números, a expectativa inicial é positiva, com potencial de incremento comercial e de ticket ao longo dos ciclos. Mais do que prometer um percentual fechado de crescimento imediato, a proposta é construir uma operação consistente, com capacidade de ampliar fluxo, conversão, recorrência de compra e geração de novas receitas. O ponto central é que essa mudança cria uma nova lógica comercial: não é apenas vender espaço físico, e sim conectar moda, tecnologia, conteúdo, compradores, afiliados e canais digitais dentro de um mesmo ecossistema.

Localizado no Brás, o maior e mais tradicional bairro de comércio de São Paulo, o Mega Polo reúne em um só lugar a melhor estrutura e as melhores opções de compras para você, lojista multimarca. Além das opções de compras, o Mega Polo conta com praça de alimentação, Live Center para transmissões e ativações de conteúdo, centro empresarial com parceiros de inovação digital, o Instituto NVM (Novo Varejo de Moda) dedicado à capacitação profissional, e um hotel integrado com heliponto, oferecendo estrutura completa para quem vem de outras cidades e estados.

Em resumo
  • O Mega Polo lança um projeto phygital inovador, unindo espaços físicos e digitais para criar um ecossistema completo de moda, conteúdo, educação e vendas, sendo o primeiro centro de compras de moda do Brasil a adotar essa estratégia.
  • A iniciativa visa transformar o Mega Polo em um hub nacional de inovação para o setor de confecção, conectando shoppings, polos regionais, marcas, lojistas, afiliados, influenciadores e compradores em uma plataforma escalável, democratizando o acesso ao Brás e ampliando a visibilidade de outros polos de moda.
  • O projeto oferece novos formatos de presença comercial acessível, permitindo que marcas de diferentes regiões mantenham amostras e coleções no Mega Polo, utilizem araras interativas e participem de um shopping virtual integrado, com vendas impulsionadas por lives, afiliados e marketplaces.

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