Salvatore Ferragamo freia queda no faturamento
O grupo de moda italiano Salvatore Ferragamo SpA conseguiu frear sua tendência de queda no terceiro trimestre do ano fiscal de 2025, de acordo com os últimos números de faturamento divulgados pela empresa na noite de quinta-feira (23).
No período de julho a setembro, o faturamento do grupo totalizou 221 milhões de euros. Com isso, permaneceu inalterado em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Com ajuste cambial, as receitas aumentaram 1,7 por cento, superando as expectativas do mercado.
No varejo próprio, o faturamento caiu 0,7 por cento, para 169 milhões de euros, mas, com ajuste cambial, cresceu 4,4 percentuais. A empresa informou que os aumentos com ajuste cambial na Europa, assim como na América do Norte e Latina, mais do que compensaram as perdas na Ásia.
No negócio atacadista, o faturamento no terceiro trimestre caiu 8,0 por cento (com ajuste cambial, -6,7 por cento), para 40 milhões de euros.
Nos primeiros nove meses o faturamento cai quase sete por cento
Nos primeiros nove meses do ano corrente, a especialista em artigos de couro registrou um faturamento total de 695 milhões de euros, o que corresponde a uma queda de 6,6 por cento (com ajuste cambial, -4,5 por cento) em relação ao mesmo período do ano anterior.
No varejo próprio, as receitas caíram 4,7 por cento (com ajuste cambial, -2,0 por cento), para 526 milhões de euros. No negócio atacadista, o faturamento recuou 15,4 por cento (com ajuste cambial, -12,2 por cento), totalizando 145 milhões de euros.
Todas as regiões de mercado sofreram perdas nos primeiros nove meses, o que se deveu em parte a efeitos cambiais negativos. Na Europa, as receitas encolheram 4,1 por cento (com ajuste cambial, -5,0 por cento), para 177 milhões de euros. Na América do Norte, caíram 0,4 por cento, para 207 milhões de euros, mas, com ajuste cambial, cresceram 3,6 percentuais. Na América Central e do Sul, o faturamento diminuiu 2,6 por cento, para 53 milhões de euros. Com ajuste cambial, no entanto, a região alcançou um aumento de 9,3 por cento.
Na Ásia, no entanto, a queda foi acentuada. No Japão, as receitas encolheram 5,8 por cento (com ajuste cambial, -5,1 por cento), para 57 milhões de euros, e nos demais mercados da região Ásia-Pacífico, chegaram a cair 17,9 por cento (com ajuste cambial, -14,7 por cento), para 177 milhões de euros.
A principal categoria, sapatos, sofre perdas consideráveis
Todas as categorias de produtos registraram queda nos primeiros nove meses. As vendas globais de sapatos caíram 12,7 por cento (com ajuste cambial, -9,8 por cento), para 293 milhões de euros, e as de artigos de couro, 2,1 por cento (com ajuste cambial, +0,6 por cento), para 287 milhões de euros.
As receitas com vestuário recuaram 4,9 por cento (com ajuste cambial, -2,5 por cento), para 41 milhões de euros, e o faturamento com seda e outros produtos encolheu 2,0 por cento (com ajuste cambial, -0,1 por cento), para 51 milhões de euros.
A especialista em artigos de couro avança com suas reformas estratégicas
O grupo destacou que, desde o segundo trimestre, realizou uma análise abrangente de suas atividades comerciais. O objetivo é garantir uma abordagem unificada desde o design e a produção até a comunicação e os canais de distribuição individuais.
Além disso, a empresa fortaleceu suas coleções, com foco especial nas categorias principais de sapatos e artigos de couro. O objetivo principal é alcançar um "equilíbrio entre tradição e inovação" e aumentar a eficiência das coleções. Ao mesmo tempo, novas tecnologias foram implementadas para direcionar melhor o storytelling e aprimorar a mensagem da marca.
Essas medidas já levaram aos resultados positivos recentes no varejo próprio, explicou a empresa, destacando que continuará a impulsionar as iniciativas estratégicas, mesmo diante do cenário geopolítico e macroeconômico incerto.
"Continuaremos a agir com flexibilidade operacional e disciplina financeira, revisando estruturas de custos e processos quando necessário, sem comprometer a atratividade da marca e o crescimento futuro", destacou a administração.
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