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Veste S.A. registra lucro líquido de 11,4 milhões de reais no 1T26

A Veste S.A., que detém as marcas Le Lis, Dudalina, John John, BO.BÔ e Individual, manteve o ritmo de crescimento no primeiro trimestre de 2026, o melhor desempenho dos últimos sete anos para esse período, com lucro líquido 11,4 milhões de reais, revertendo o prejuízo registrado no ano anterior. A receita líquida ajustada alcançou 306,6 milhões de reais, 14,1 por cento maior ao alcançado nos mesmos três meses em 2025, impulsionada pela força das marcas, evolução das vendas a preço cheio, e expansão do canal digital.

“Os consumidores estão cada vez mais conectados às nossas marcas, com maior recorrência de compra e busca por produtos de maior valor agregado. O trimestre mostra que conseguimos combinar desejo de marca, experiência omnichannel e disciplina operacional para crescer de forma saudável. O desempenho da BO.BÔ reflete bem esse momento, impulsionado pelo fortalecimento de linhas estratégicas, além de uma proposta de valor baseada em exclusividade, sofisticação e excelência no atendimento”, afirma Alexandre Afrange, CEO (diretor executivo na sigla em inglês) da Veste S.A. num comunicado de imprensa.

Crescimento e foco em rentabilidade

A evolução das margens foi um dos principais destaques do trimestre. O lucro bruto ajustado atingiu 198,7 milhões de reais, avanço de 17,7 percentuais; enquanto a margem bruta alcançou 64,8 por cento, registrando crescimento de 1,9 ponto percentual.

O Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou 68,4 milhões de reais, alta de 46,2 por cento em relação ao Ebitda ajustado de 1T25, com margem Ebitda de 22,3 por cento, significando um avanço de 4,9 pontos percentuais.

A companhia também reduziu em três pontos percentuais na relação das despesas operacionais sobre a receita líquida, reflexo da maior disciplina financeira, eficiência operacional e ganhos de produtividade ao longo da cadeia, de acordo com o informe.

Canais digitais são responsáveis por 26 por cento das vendas

A frente digital seguiu como um dos principais motores de crescimento da companhia no trimestre, com faturamento de 76,4 milhões de reais, alta de 22,5 por cento ante o mesmo período do ano anterior. Além da expansão de receita, a rentabilidade também evoluiu, e a margem Ebitda avançou mais de 4 pontos percentuais.

As marcas tiveram individualmente, performance superior ao primeiro trimestre de 2025. O destaque foi para a Bo.Bô, que aumentou 30,7 por cento no faturamento bruto, seguido pela Les Lis com 13,9 percentuais, a John John com 7,7 por cento, Individual que reportou crescimento de 7 percentuais e, por fim da Dudalina, com três por cento a mais que no ano anterior.

Os aplicativos de todas as marcas representam 26 por cento das vendas do canal B2C, reforçando a estratégia de proximidade com o consumidor, ganho de recorrência e maior integração entre os canais físicos e digitais. A integração entre lojas físicas, e-commerce e centros de distribuição, apoiada pela tecnologia de Prateleira Infinita e pela plataforma VTEX (de comércio combinável), também contribuiu para maior eficiência operacional.

Marcas têm números encorajadores

A Le Lis manteve trajetória sólida no trimestre, com faturamento de 184,2 milhões de reais e crescimento de 13,9 por cento. A marca ampliou sua base de clientes em 5 percentuais e encerrou o período com NPS (sigla em inglês para índice que mede o grau de fidelidade do cliente) de 84, reforçando seu alto nível de satisfação e engajamento.

A BO.BÔ foi o destaque do trimestre com um crescimento de 30,7 percentuais. Essa performance é resultado da sinergia entre o fortalecimento de linhas estratégicas — como “Denim Affair” e alfaiataria — e a proposta de valor pautada na exclusividade, sofisticação e excelência do atendimento.

Na John John, o jeanswear avançou 22 por cento, enquanto a expansão do canal digital e a inauguração da nova loja conceito no Morumbi Shopping reforçaram o processo de modernização da marca.

Já a Dudalina avançou em sua estratégia de transformação e reposicionamento, com evolução operacional, modernização da identidade visual e fortalecimento da linha Performance. A Individual teve alta de 7 percentuais no faturamento.

Em resumo
  • A Veste S.A. reverteu o prejuízo do ano anterior, registrando um lucro líquido de 11,4 milhões de reais no primeiro trimestre de 2026, impulsionada por um crescimento de 14,1% na receita líquida ajustada, atingindo 306,6 milhões de reais.
  • O canal digital foi um dos principais motores de crescimento, com faturamento de 76,4 milhões de reais, um aumento de 22,5% em relação ao ano anterior, e os aplicativos das marcas representam 26% das vendas B2C.
  • A marca BO.BÔ se destacou com um crescimento de 30,7% no faturamento bruto, resultado do fortalecimento de linhas estratégicas e de uma proposta de valor focada em exclusividade, sofisticação e excelência no atendimento.

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