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A Fashion Week de Milão desaconselha o uso de pele

Moda
Desfile Fendi AH26 Créditos: ©Launchmetrics/spotlight
By AFP

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Milão (Itália) - Os organizadores da semana de moda de Milão, na sexta-feira, 15 de maio, "convidaram" as marcas de moda a evitar o uso de pele em seus desfiles, uma virada adotada após longas discussões com ONGs.

As novas "diretrizes" da Milano Fashion Week "convidam", sem obrigatoriedade, as marcas a não apresentarem durante seus desfiles "roupas, acessórios ou qualquer outro item que contenha pele", indicou a Câmara Nacional da Moda Italiana (CNMI) em um comunicado.

Milão segue com cautela os passos das semanas de moda de Londres e Nova York, que decidiram banir o uso de pele há alguns anos. Paralelamente, a Itália proíbe desde 2022 a criação de animais para a extração de suas peles (assim como a França desde 2021 e o Reino Unido desde 2003).

O uso de pele na indústria global da moda caiu drasticamente nos últimos anos, devido a preocupações com a crueldade animal, à evolução das tendências e ao surgimento de novas alternativas sintéticas, que, paradoxalmente, ajudaram a colocar a pele de volta na moda.

Ativistas protestavam regularmente durante as quatro semanas de moda de Milão (primavera/verão, outono/inverno, masculina e feminina) para exigir que as marcas banissem o uso de pele.

"Esta iniciativa reafirma a determinação da Câmara da Moda em abordar a evolução da indústria da moda com plena consciência e senso de equilíbrio, em coerência com as estratégias que já implementamos", declarou Carlo Capasa, presidente da CNMI.

Para Emma Håkansson, diretora do coletivo Fashion Justice, uma das três ONGs que dialogaram com a CNMI, este anúncio é "um passo histórico para a indústria da moda italiana, marcando uma mudança de rumo em relação ao uso antiético e insustentável de peles".

Sem um banimento completo das peles, "não há garantia de que a crueldade será excluída das passarelas de Milão, mas esperamos que esta declaração anti-pele incentive o uso crescente de biomateriais de nova geração, que são ao mesmo tempo belos e responsáveis. Estamos ansiosos para continuar a colaborar com a CNMI para proteger melhor os animais vulneráveis que não existem para se tornarem roupas", continuou a ativista em um comunicado.

As gigantes milanesas Armani, Prada e Dolce & Gabbana já haviam renunciado ao uso de pele. No cenário do luxo italiano, restam algumas exceções notáveis, como a Fendi, propriedade do grupo francês LVMH, uma casa ilustre cuja história está intimamente ligada à pele.

Este artigo foi traduzido para português com o auxílio de uma ferramenta de IA.

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