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Moda

Movimento Sou de Algodão ganha mais 32 marcas parceiras

By Marta De Divitiis

22 de mai. de 2020

Promoção do consumo consciente e estimular o uso do algodão na indústria da moda brasileira são alguns dos objetivos do Movimento Sou de Algodão. A iniciativa, idealizada pelo Abrapa - Associação Brasileira dos Produtos de Algodão, existente desde 2016, ganhou esse ano mais 32 marcas parceiras, totalizando 194.

“Almejamos que mais empresas, estilistas e stylists abracem o projeto, pois une a indústria em torno do propósito e fortalece o setor, que ajuda a conscientizar o público em relação a responsabilidade da produção do algodão brasileiro e da indústria, de forma mais ampla”, comenta Milton Garbugio, produtor e presidente da Abrapa, em release de divulgação.

A parceria tem como princípio a divulgação mútua e o compartilhamento do propósito. São divulgadas as marcas e seus produtos com, no mínimo, 70% de algodão em sua composição, no site do movimento e em conteúdos nas redes sociais. As marcas parceiras podem utilizar uma etiqueta mostrando que faz parte do movimento.

Textilnova; Belezas de Helena; Jorge Feitosa, Up Baby; Peripan, Kamylus e o Grupo Cristina Fashion Brands são algumas das marcas que recentemente aderiram ao programa, que conta também com Another Place, João Pimenta, Fabiana Milazzo, Diego Fávero e Isaac Silva entre outros.

Em live promovida pela Abit - Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção - na última terça-feira, dia 19, Garbugio comentou que o consumidor, pós COVID-19, irá prestar mais atenção a critérios como qualidade, durabilidade e sustentabilidade, atributos que o algodão brasileiro tem. “Nossos diferenciais competitivos estão sendo muito bem difundidos para os consumidores por programas como o Sou de Algodão,” disse.

Vale lembrar que o Brasil é o segundo maior exportador de algodão, atrás apenas dos EUA. Atualmente tem enfrentado a queda da demanda internacional, por conta especialmente do coronavírus, que derrubou a indústria de tecidos da Ásia, somando-se a isso à diminuição de compras de vestuário.

Foto: Carlos Rudiney/Abrapa