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Sintex solicita vacinação em massa para a recuperação da economia

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Sintex solicita vacinação em massa para a recuperação da economia

By Marta De Divitiis

25 de mar. de 2021

O Sintex - Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem e do Vestuário, de Blumenau, SC - por meio de release de divulgação veio a público explicar que com as novas restrições impostas para conter o avanço do Covid-19 e evitar o colapso do sistema de saúde o varejo deve registrar queda no volume de vendas em março e prevê a redução da atividade nos meses de abril, maio e junho.

José Altino Comper, presidente da entidade, reconhece que economia e saúde precisam andar juntas e destaca que o momento agora é de investir na vacinação em massa. “Somente a população vacinada, teremos a recuperação da saúde e, consequentemente, da economia. Precisamos de políticas públicas que acelerem a vacinação. Não há outra alternativa”, destaca Comper.

De acordo com o executivo as restrições, até o momento, significam apenas uma readequação nos cronogramas de entregas. “No entanto, há preocupação e as perspectivas são ruins pois causam impacto nas vendas das coleções de inverno. Uma vez que a indústria acompanha os movimentos do varejo e este não vai bem, teremos uma reação em cadeia,”justifica no documento A afirmação se deu por conta de notícias de pedidos de prorrogação de pagamentos e suspensão de recebimentos de produtos nos centros de distribuição de varejistas.

Um ponto importante, segundo Comper, diz respeito aos empréstimos que grande parte das indústrias têxteis que trabalham para redes de varejo fizeram. Para vencer os desafios do ano de 2020 estas empresas fizeram empréstimos em programas do Governo Federal. Diante do cenário atual, obter novos valores está fora de questão, uma vez que necessitam realizar o pagamento dos valores emprestados. Os pedidos de prorrogação de pagamento também geram preocupação, pois sinalizam que haverá um “vácuo” no caixa do varejo e das indústrias no curto prazo.

Segundo levantamento da CNC - Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo - no primeiro ano da pandemia mais 75 mil lojas foram fechadas no Brasil, sendo que o segmento de vestuário, calçados e acessórios foi o mais atingido.