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Aeffe: diretor financeiro Rocco Bennici pede demissão

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Alberta Ferretti, Ss 26 Creditos: Launchmetrics/spotlight
By Isabella Naef

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Ontem, dia 30 de abril, por meio de uma nota, a Aeffe spa, empresa de luxo listada no mercado Euronext Milan da Bolsa de Valores Italiana, comunicou que Rocco Bennici, chief financial officer (diretor financeiro, em inglês) e diretor responsável pela elaboração dos documentos contábeis da empresa e de relações com investidores, apresentou sua renúncia com efeito a partir de 9 de junho de 2026, para enfrentar um novo desafio profissional.

A Aeffe é detentora de marcas históricas como Alberta Ferretti, Moschino e Pollini.

30 dos 120 trabalhadores demitidos pelo grupo decidiram contestar a medida

Enquanto isso, no início de abril, 30 dos 120 trabalhadores demitidos pelo grupo decidiram contestar a medida e, apoiados pela Cgil, iniciar uma ação legal contra a empresa.

"O recurso reabre um dos capítulos mais dolorosos da reorganização que nos últimos meses atingiu a sede de San Giovanni em Marignano e os escritórios de Milão. Após a abertura inicial do processo de demissão para 221 trabalhadores, dos quais até hoje aproximadamente 120 receberam a carta de demissão, a empresa também ativou um regime de suspensão temporária de contratos (lay-off, em inglês) para mais de 400 trabalhadores entre as unidades da Romanha e de Milão. Enquanto isso, está em andamento o processo de composição negociada da crise, enquanto no Ministério das Empresas e do Made in Italy se sucedem as mesas de negociação para monitorar a situação e avaliar possíveis soluções industriais", destaca o Collettiva, o jornal da Cgil.

Como explicou ao Resto del Carlino Daniele Baiesi, secretário da Filctem Cgil de Rimini, trata-se de um caminho que já havia sido previsto logo após as cartas de demissão. "Tivemos uma reunião com todas as trabalhadoras e trabalhadores que já haviam manifestado a vontade de se opor e apresentamos a eles qual seria o caminho a seguir”.

Em 23 de abril, o conselho de administração da Aeffe spa aprovou a situação patrimonial em 31 de março de 2026, da qual se conclui que o patrimônio líquido da empresa, no valor negativo de 1.919.278 euros, diminuiu abaixo do mínimo estabelecido pelo art. 2327 do Código Civil (ou seja, o valor mínimo do capital social previsto para as sociedades por ações, equivalente a 50 mil euros). Assim, verificaram-se as condições que configuram a hipótese prevista no Código Civil.

Em 2 de outubro de 2025, especifica a empresa em uma nota, no momento de adesão ao processo de composição negociada da crise, a empresa declarou que pretende se beneficiar da suspensão, inter alia, das obrigações de recapitalização previstas no art. 2447 do Código Civil, nos termos do art. 20 do Decreto Legislativo 14/2019 (Código de Crise Empresarial e Insolvência).

Este artigo foi traduzido para português com o auxílio de uma ferramenta de IA.

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