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CEO da Hermès Axel Dumas afirma que Jeffrey Epstein insistiu para encontrá-lo

O executivo revela que o americano insistiu tentou contatá-lo várias vezes
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Axel Dumas (Hermès) em 8 de junho de 2024 chega para participar de um jantar oficial como parte da visita de Estado do presidente americano na França no Palácio do Eliseu Créditos: LUDOVIC MARIN / AFP
By AFP

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Paris (França) - O diretor executivo do grupo francês de luxo Hermès, Axel Dumas, indicou na quinta-feira (12 de fevereiro) que Jeffrey Epstein insistiu para encontrá-lo em 2013, chegando a se autoconvidar durante uma visita a um ateliê da empresa na região de Paris.

"Tive um único contato com Jeffrey Epstein, foi em março de 2013, durante uma visita aos ateliês da Hermès em Pantin (perto de Paris). Ele não estava na lista de convidados e se juntou a um grupo de convidados de Woody Allen e sua esposa, sem que isso tivesse sido anunciado previamente", declarou Axel Dumas, questionado pela AFP durante uma coletiva de imprensa à margem da publicação dos resultados anuais de 2025 do grupo.

Uma foto dos arquivos Epstein mostra Axel Dumas na companhia do diretor americano Woody Allen e do criminoso sexual americano Jeffrey Epstein.

"Aproveitamos para tirar uma foto espontânea, que, visivelmente, ele guardou preciosamente", destacou Axel Dumas. "E, de fato, ele tinha uma má reputação", acrescentou. "Posteriormente, ele tentou me encontrar três vezes, o que sempre recusei", esclareceu o diretor da Hermès.

E-mails enviados pela assistente de Axel Dumas, consultados pela AFP nos arquivos Epstein, disponibilizados pela justiça americana, mostram que o chefe da Hermès recusou vários convites feitos por Jeffrey Epstein.

"Finalmente, em 2016, ele participou de um leilão beneficente, ganhou um lote oferecido pela maison, um estágio em um ateliê. Quando soubemos que ele era o licitante vencedor, nós recusamos e indenizamos a instituição de caridade com um valor equivalente", explicou Axel Dumas.

Em 2012, Jeffrey Epstein já havia pedido à Hermès para refazer o interior de seu avião "e nós recusamos", indicou o diretor do grupo de luxo. "Não posso dizer exatamente o que sabíamos sobre ele ou não, porque não me lembro exatamente, foi há 13 anos atrás, mas ele já tinha uma reputação detestável", esclareceu ele.

"Permito-me acrescentar que estávamos em pleno caso LVMH", destacou ele. LVMH e Hermès estavam então em conflito depois que o número um mundial do luxo entrou sorrateiramente no capital da empresa de artigos de couro.

"Eu já estava muito desconfiado das ações de Eric Freymond com meu tio, e não precisávamos de um financista suspeito", acrescentou. Nicolas Puech, tio de Axel Dumas, havia prestado queixa contra seu ex-gestor de fortunas Eric Freymond, já falecido. Nicolas Puech acreditava que o financista havia recorrido a esquemas sutis para fazer suas ações desaparecerem. Uma das questões não resolvidas é se essas ações foram vendidas ou não para a LVMH para sua entrada dissimulada no capital da Hermès, pela qual a AMF (a autoridade do mercado financeiro francês) havia condenado o gigante do luxo liderado por Bernard Arnault.

Este artigo foi traduzido para português com o auxílio de uma ferramenta de IA.

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