Sold-out e filas de espera: o triunfo comercial da Chanel
A efervescência em torno da maison Chanel, impulsionada pela visão de seu diretor artístico Matthieu Blazy, parece agora se transformar em um verdadeiro triunfo comercial. No início de março, o fenômeno se concretizou nas lojas com o fluxo de multidões impacientes para adquirir a primeira coleção de Matthieu Blazy.
Há aproximadamente 10 dias, o guarda-roupa criado pelo designer franco-belga chegou à rede da grife dos dois "C". Este lançamento, estrategicamente alinhado com a agitação da Fashion Week de Paris, contribuiu para atrair multidões às lojas, saturando até mesmo a mítica loja da Rua Cambon, 31. "A situação já se acalmou", confessa, no entanto, um consultor de vendas da maison, contatado por telefone.
Nas redes, vários comentários já indicam peças esgotadas. "Eu só queria experimentar a jaqueta do Look 1... mas já está sold-out" (esgotada, em inglês), lamentou recentemente a influente conta do Instagram @Stylenotcom. Do outro lado do Atlântico, o desejo é igualmente intenso: uma jornalista da revista The Cut relatou que precisou esperar mais de uma hora antes de conseguir entrar na flagship de Nova York.
Impacto midiático
Segundo dados da plataforma de análise Lefty, divulgados pela agência Karla Otto, a marca gerou um impacto midiático e um faturamento impressionantes durante a Fashion Week de Paris, avaliado em 55,8 milhões de dólares, o que representa um crescimento de 73 por cento em um ano. Esses números se devem principalmente ao entusiasmo de compradores e críticos por uma coleção de outono-inverno na mesma linha daquela apresentada em setembro de 2025: fresca, despojada e fiel ao estilo de Gabrielle Chanel.
Mas o estilo não explica tudo. Segundo a agência Karla Otto, a maison orquestrou uma estratégia de comunicação magistral desde a apresentação da coleção primavera-verão 2026. Esse plano soube manter o desejo até o lançamento, em 5 de março, da primeira coleção assinada por Monsieur Blazy – apenas quatro dias antes do desfile de outono-inverno 2026. Além disso, enquanto seus concorrentes apareciam de forma convencional em pontos de ônibus, a Chanel impressionou com a instalação de uma lona publicitária monumental na fachada da prestigiada Opéra Garnier.
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