Kenzo PFW Inverno 2026: um retorno à casa de Kenzo Takada como narrativa de refúgio
A Maison Kenzo retorna à casa de Kenzo Takada. Em meio a um período de incerteza econômica, Nigo, diretor artístico da marca Kenzo (LVMH), optou por apresentar a coleção outono-inverno 2026/2027 no cenário intimista e poético que foi a casa do falecido designer.
Foi no número oito da rue Sedaine (Paris 11ᵉ) que o arquiteto Xavier de Castella idealizou um refúgio de paz para o estilista: uma casa com painéis de madeira, jardim japonês, espaço para meditação, um lago, etc. Kenzo Takada viveu lá até 2009. Atualmente, a casa é habitada por Isabelle e Olivier Chouvet, fundadores da The Independents.
Foi aqui que, com o intuito de "voltar às origens", Nigo apresentou sua coleção outono-inverno 2026/2027. De volta ao básico: o storytelling se baseia na ideia de explorar o funcionamento passado da marca e de se apropriar dele para a próxima estação.
A coleção se insere precisamente no revival, com a exposição de duas peças vintage, mas também com a vontade de Nigo de mergulhar na herança da maison.
Em um contexto geopolítico conturbado, o guarda-roupa compila referências americanas, asiáticas e europeias
Os códigos visuais do guarda-roupa outono-inverno 2026/2027 estão associados à história e aos arquétipos do cotidiano americano: workwear, jeans, camisas western, jaquetas varsity. A eles se somam motivos asiáticos: fechos feitos de cordões trançados ou revestidos (detalhe chinês pankou), quimonos, etc. E referências à alfaiataria italiana.
A coleção inclui o retorno do tigre, originário da linha Kenzo Jungle dos anos 1980, a reedição da bolsa Kite (1986), disponível como bolsa de ombro e sacola, e o uso da letra "K". Como novidade: Nigo introduz o Kenzogram, uma nova padronagem para escrever o nome da marca.
Embora o xadrez apareça em alguns modelos, são evidentemente as flores bordadas ou estampadas que chamam a atenção (a começar por esta regata estampada que tem tudo para ser um best-seller).
No final, uma apresentação sóbria que contrasta com os desfiles anteriores e os de outras marcas da LVMH, como um respiro em um mercado abalado por tempestades políticas.
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