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Depois de Paris Shein inaugura suas lojas nas BHV do interior amanhã (25)

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Clientes deixam uma pop-up store da marca Shein em Dijon, em 26 de junho de 2025 Créditos: ARNAUD FINISTRE / AFP
By AFP

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Inicialmente anunciadas para o final de 2025, as lojas da Shein abrem suas portas nesta quarta-feira, dia 25 de fevereiro, em quatro unidades da BHV - Bazar do Hôtel de Ville - uma das mais tradicionais lojas de departamento -nota da editora) no interior. Essa expansão ocorre quatro meses após a polêmica gerada pela instalação da primeira loja permanente da marca na BHV Marais em Paris.

Essas inaugurações em Limoges, Angers, Dijon, Grenoble e Reims são resultado de uma parceria revelada em outubro passado pela operadora da BHV, a SGM - Société des grands magasins - cofundada por Frédéric Merlin, e a gigante da moda ultra-fast fashion Shein. Essa colaboração continua a gerar polêmica, já que a marca asiática é frequentemente acusada de concorrência desleal e poluição ambiental.

Um modelo de operação revisto após a tempestade

Em meados de novembro, Frédéric Merlin teve que anunciar o adiamento das inaugurações no interior. O grupo estava então em meio a uma tempestade midiática após a descoberta na plataforma de produtos ilícitos, incluindo armas de categoria A e artigos de natureza pornográfica com componentes pedófilos vendidos por terceiros.

O executivo invocou então a necessidade de "adaptar a oferta" e a "política de preços" para não "frustrar os clientes", apenas 10 dias após a inauguração do espaço parisiense. A expansão desses novos espaços, cuja área varia entre 500 e 1.000 metros quadrados, será feita agora "de forma progressiva", segundo um comunicado conjunto.

A curto prazo, a oferta permanecerá essencialmente de inverno. "A partir do início de abril, ela integrará mais referências sazonais e produtos alinhados com as preferências observadas localmente", especificou à AFP Quentin Ruffat, porta-voz da Shein na França. Nessa nova organização, a Shein agora assume a gestão dos pedidos, enquanto a SGM recebe uma comissão sobre as vendas. Frédéric Merlin, aliás, avisou: "Se a experiência não funcionar em um ano, vamos parar."

Um sucesso popular marcado por polêmicas

Em Paris, a experiência ainda não convenceu, apesar de uma frequência de 5.000 visitantes por dia. Os clientes lamentaram especialmente os preços mais altos do que os online, uma impressão que a Shein tenta apagar prometendo uma "escolha mais ampla" e ações comerciais específicas no interior. A marca aposta alto nessa expansão: 95 por cento de seus clientes franceses vivem fora das grandes metrópoles como Paris, Lyon ou Marselha.

No entanto, a chegada da marca a locais históricos provoca forte oposição. Em Dijon e Grenoble, os prefeitos expressaram sua forte oposição. O conflito levou até mesmo o grupo Galeries Lafayette a romper seu contrato com a SGM para sete lojas do interior, recusando-se a ver a imagem da marca Shein associada à sua.

Uma pressão judicial e política crescente

O clima social permanece tenso. Em Paris, cerca de cem marcas de luxo e cosméticos já deixaram a BHV Marais para protestar contra essa parceria. "Não recuperaremos nossa clientela enquanto a Shein estiver aqui", preocupa-se a representação intersindical da loja de departamentos parisiense.

Além da imagem, é o quadro legal que ameaça a marca. Na semana passada, a União Europeia abriu uma investigação contra a Shein por supostas infrações às suas regras de segurança. Na França, a pressão é máxima: o Estado exige o bloqueio do marketplace da Shein. A justiça francesa deve anunciar sua decisão em 19 de março, uma data que poderia marcar uma parada brusca nessa estratégia de implantação física.

Este artigo foi traduzido para português com o auxílio de uma ferramenta de IA.

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