Fabricantes de tecidos artesanais em alta na Nigéria resistem à automação
Em Iseyin, uma cidade tranquila no sudoeste da Nigéria, espaços sombreados sob árvores, galpões improvisados e becos estreitos funcionam como centros de produção de aso-oke, um tecido artesanal original do grupo étnico iorubá. A demanda pelo tecido disparou recentemente no país e no exterior, impulsionada por nigerianos na diáspora e pela...
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